Arqueologia
A coleção de arqueologia é composta por mais de 90 500 peças catalogadas e abrange cerca de 400 000 anos de interação do ser humano com o ambiente. Ainda que, na sua maioria, a coleção seja proveniente de sítios arqueológicos localizados em território nacional, estão também representados os continentes europeu, africano, americano e asiático. A coleção, constituída a partir de 1912, compila recolhas de mais de 140 anos.
Salientam-se as coleções do complexo de sítios mesolíticos de Muge, classificados como Monumento Nacional em 2011, que ainda hoje constituem o mais importante testemunho de população humana mesolítica da Europa. Integradas no MHNC-UP na década de 1930, estão atualmente na base de projetos de investigação de várias áreas científicas.
Outra coleção que merece destaque decorre dos trabalhos de Agostinho Farinha Isidoro nos contextos megalíticos do Crato. Constitui-se como um excelente exemplo do megalitismo do sudoeste ibérico, destacando-se as magníficas placas votivas em xisto e grés.
Uma das últimas integrações no MHNC-UP, em 2015, foi a coleção Baixo Sabor, constituída apenas pela arqueologia biológica da região. Os inúmeros estudos realizados até ao momento, tendo por base os restos arqueobotânicos, zooarqueológicos e de população humana desta coleção, têm permitido obter uma leitura dos paleoambientes e das antigas populações locais.
Nesta fase de reestruturação do MHNC-UP privilegia-se o tratamento e conservação das coleções para disponibilização ao público, bem como o seu incremento, a par do apoio a projetos de investigação e académicos.
Salientam-se as coleções do complexo de sítios mesolíticos de Muge, classificados como Monumento Nacional em 2011, que ainda hoje constituem o mais importante testemunho de população humana mesolítica da Europa. Integradas no MHNC-UP na década de 1930, estão atualmente na base de projetos de investigação de várias áreas científicas.
Outra coleção que merece destaque decorre dos trabalhos de Agostinho Farinha Isidoro nos contextos megalíticos do Crato. Constitui-se como um excelente exemplo do megalitismo do sudoeste ibérico, destacando-se as magníficas placas votivas em xisto e grés.
Uma das últimas integrações no MHNC-UP, em 2015, foi a coleção Baixo Sabor, constituída apenas pela arqueologia biológica da região. Os inúmeros estudos realizados até ao momento, tendo por base os restos arqueobotânicos, zooarqueológicos e de população humana desta coleção, têm permitido obter uma leitura dos paleoambientes e das antigas populações locais.
Nesta fase de reestruturação do MHNC-UP privilegia-se o tratamento e conservação das coleções para disponibilização ao público, bem como o seu incremento, a par do apoio a projetos de investigação e académicos.





