Coleção botânica viva
Estendendo-se ao longo de cerca de 4 hectares, o Jardim Botânico da Universidade do Porto é um espaço eclético, ordenado e desenhado, com elevado interesse ecológico, estético e referencial. A proximidade do Atlântico e um substrato granítico, criam condições favoráveis ao cultivo de uma comunidade vegetal variada, robusta e multiestratificada, que integra plantas das mais variadas regiões bioclimáticas do mundo. Na coleção botânica estão representados 418 géneros e mais de mil espécies.
Os bosquetes albergam coleções de árvores e arbustos de grande porte, de entre as quais se destacam exemplares notáveis de araucária-de-Norfolk (Araucaria heterophylla (Salisb.) Franco), liquidâmbar (Liquidambar styraciflua L.), carvalho-alvarinho (Quercus robur L.), cedro-do-Atlas (Cedrus atlantica (Endl.) Carrière), melaleuca (Melaleuca linariifolia Sm.), rododendro-arbóreo (Rhododendron arboreum Sm.), azálea-de-folha-caduca (Rhododendron flammeum (Michx.) Sarg) e metrosídero (Metrosideros excelsa Sol. ex Gaertn). No arboreto coexistem coleções de gimnospérmicas, palmeiras, magnólias e plantas dos climas temperado e tropical. Aqui destacam-se exemplares de sequoia (Sequoia sempervirens (D.Don) Endl.), eucalipto (Eucalyptus globulus Labill.), gingko (Ginkgo biloba L.), biscofia (Bischofia javanica Blume), tristânia (Lophostemon confertus (R.Br.) Peter G.Wilson & J.T.Waterh.), magnólia-de-grandes-flores (Magnolia grandiflora L.) e sobreiro (Quercus suber L.).
As camélias marcam presença em todo o Jardim, sendo as sebes centenárias um elemento estruturante do espaço. Nesta coleção existem 25 espécies do género Camellia, e 691 pés de japoneiras (Camellia japonica L.), das quais 100 são cultivares de origem portuguesa. Em 2020, esta notável coleção levou ao reconhecimento do Jardim como International Camellia Garden of Excellence.
No Jardim dos Catos e Suculentas e na estufa desértica, espaços xerofíticos criados nos finais de 1950 para albergar estas coleções, coabitam espécies de figueira-da-índia (Opuntia ficus-indica (L.) Mill.), cato-do-Peru (Cereus repandus (L.) Mill.), agave-do-sisal (Agave sisalana Perrine) e coroa-de-Cristo (Euphorbia milii Des Moul).
As Estufas das Orquídeas acolhem a coleção das plantas que lhe dão o nome e atempam a coleção de Quercus, que, tendo sido largamente enriquecida nos últimos anos, conta já com 94 espécies e 41 híbridos, incluindo todas as espécies portuguesas, algumas muito raras.
Nos elementos de água do Jardim crescem plantas exóticas de referência, como nenúfar-da-noite (Nymphaea lotus L.), flor-de-lótus (Nelumbo nucifera Gaertn) e o emblemático nenúfar-gigante (Victora cruziana A.D. Orb). Merecem ainda referência plantas autóctones ameaçadas, como a erva-saca-rolhas (Vallisneria spiralis L.) e o nenúfar-amarelo (Nuphar lutea (L.) Sm.).
Os bosquetes albergam coleções de árvores e arbustos de grande porte, de entre as quais se destacam exemplares notáveis de araucária-de-Norfolk (Araucaria heterophylla (Salisb.) Franco), liquidâmbar (Liquidambar styraciflua L.), carvalho-alvarinho (Quercus robur L.), cedro-do-Atlas (Cedrus atlantica (Endl.) Carrière), melaleuca (Melaleuca linariifolia Sm.), rododendro-arbóreo (Rhododendron arboreum Sm.), azálea-de-folha-caduca (Rhododendron flammeum (Michx.) Sarg) e metrosídero (Metrosideros excelsa Sol. ex Gaertn). No arboreto coexistem coleções de gimnospérmicas, palmeiras, magnólias e plantas dos climas temperado e tropical. Aqui destacam-se exemplares de sequoia (Sequoia sempervirens (D.Don) Endl.), eucalipto (Eucalyptus globulus Labill.), gingko (Ginkgo biloba L.), biscofia (Bischofia javanica Blume), tristânia (Lophostemon confertus (R.Br.) Peter G.Wilson & J.T.Waterh.), magnólia-de-grandes-flores (Magnolia grandiflora L.) e sobreiro (Quercus suber L.).
As camélias marcam presença em todo o Jardim, sendo as sebes centenárias um elemento estruturante do espaço. Nesta coleção existem 25 espécies do género Camellia, e 691 pés de japoneiras (Camellia japonica L.), das quais 100 são cultivares de origem portuguesa. Em 2020, esta notável coleção levou ao reconhecimento do Jardim como International Camellia Garden of Excellence.
No Jardim dos Catos e Suculentas e na estufa desértica, espaços xerofíticos criados nos finais de 1950 para albergar estas coleções, coabitam espécies de figueira-da-índia (Opuntia ficus-indica (L.) Mill.), cato-do-Peru (Cereus repandus (L.) Mill.), agave-do-sisal (Agave sisalana Perrine) e coroa-de-Cristo (Euphorbia milii Des Moul).
As Estufas das Orquídeas acolhem a coleção das plantas que lhe dão o nome e atempam a coleção de Quercus, que, tendo sido largamente enriquecida nos últimos anos, conta já com 94 espécies e 41 híbridos, incluindo todas as espécies portuguesas, algumas muito raras.
Nos elementos de água do Jardim crescem plantas exóticas de referência, como nenúfar-da-noite (Nymphaea lotus L.), flor-de-lótus (Nelumbo nucifera Gaertn) e o emblemático nenúfar-gigante (Victora cruziana A.D. Orb). Merecem ainda referência plantas autóctones ameaçadas, como a erva-saca-rolhas (Vallisneria spiralis L.) e o nenúfar-amarelo (Nuphar lutea (L.) Sm.).