Herbário PO – Carpoteca
A coleção de carpoteca inclui espécimes de frutos e sementes, num total estimado de 2500 exemplares. Esta coleção tem origem na colheita de sementes realizada no contexto do primeiro Jardim Botânico da Academia Politécnica do Porto. Iniciada em 1883, esta colheita tinha como objetivo permitir trocas de sementes entre Jardins Botânicos nacionais e internacionais.
Os principais núcleos da coleção são as sementes de Portugal Continental, bem como coleções de frutos e sementes de territórios Africanos. Os principais nomes associados a estas coleções são Gonçalo Sampaio, Américo Pires de Lima, Arnaldo Rozeira e Armando Loureiro. Mais recentemente, fruto de incorporações do MHNC-UP, surgem várias coleções associadas a estudos de doutoramento e de levantamento carpológico.
A longa história e extensa representação da flora vascular portuguesa são as principais características desta coleção e, embora não exista viabilidade do material carpológico, é uma coleção de referência muito valiosa para comparações morfológicas, tendo-se mostrado crucial para muitos investigadores em estudos paleobiológicos. As principais linhas de trabalho associadas a esta coleção incluem o estudo taxonómico e biogeográfico em contexto de investigação ou trabalho académico na área da arqueobotânica.
A coleção encontra-se desidratada e guardada em frascos de vidro selados, pacotes de herbário ou preservada em meio líquido. Os espécimes mais recentes são desinfetados por anoxia e permanecem úteis para estudos moleculares. Atualmente parte da coleção encontra-se catalogada e acessível em ficheiros digitais disponíveis para consulta a pedido.
Os principais núcleos da coleção são as sementes de Portugal Continental, bem como coleções de frutos e sementes de territórios Africanos. Os principais nomes associados a estas coleções são Gonçalo Sampaio, Américo Pires de Lima, Arnaldo Rozeira e Armando Loureiro. Mais recentemente, fruto de incorporações do MHNC-UP, surgem várias coleções associadas a estudos de doutoramento e de levantamento carpológico.
A longa história e extensa representação da flora vascular portuguesa são as principais características desta coleção e, embora não exista viabilidade do material carpológico, é uma coleção de referência muito valiosa para comparações morfológicas, tendo-se mostrado crucial para muitos investigadores em estudos paleobiológicos. As principais linhas de trabalho associadas a esta coleção incluem o estudo taxonómico e biogeográfico em contexto de investigação ou trabalho académico na área da arqueobotânica.
A coleção encontra-se desidratada e guardada em frascos de vidro selados, pacotes de herbário ou preservada em meio líquido. Os espécimes mais recentes são desinfetados por anoxia e permanecem úteis para estudos moleculares. Atualmente parte da coleção encontra-se catalogada e acessível em ficheiros digitais disponíveis para consulta a pedido.



